Eu sei, você já parou de contar as estrelas do céu
E eu não, eu não posso mais te ajudar a dizer onde estão
Seu olhar pesado me prende ao solo
E eu sei, eu não posso mais flutuar
entre estrelas do céu que você apagou
Falta um pouco de luz nos seus olhos
e me dá saudade o seu rosto brilhando ao sol
Falta um pouco de amor no seu corpo
e eu não posso te dar pois em mim faltará também
Talvez, se a gente encontrasse um lugar pra recarregar nosso amor
então, quem sabe eu pudesse enxergar vida no que nos restou
e essa estrela morta brilharia um sol
Meu bem, o pouco que eu posso te dar
É tudo o que eu já te dei e que não te bastou
Eu sei que você vê tudo o que eu faço
Eu sei que você lê tudo o que escrevo
Escrevo pra você
terça-feira, 14 de julho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Nem tudo é como queremos.
Olhar. Gostar. Encantar. Apaixonar. Amar(?).
Seria certo se essa fosse uma sequência natural em nossa vida.Mas nem sempre é assim.
Durante esse longo percurso que é viver, surgem situações desagradáveis. Mas no final da contas percebemos que foi melhor assim.
O que parece impossível e desesperador no presente, se torna esquecimento e até insignificância no futuro.
Calma e prudência nunca é demais. Orai e vigiai, já dizia minha avó.
Faça sua parte e deixe que a vida se encarregue de traçar todo o resto.
Seria certo se essa fosse uma sequência natural em nossa vida.Mas nem sempre é assim.
Durante esse longo percurso que é viver, surgem situações desagradáveis. Mas no final da contas percebemos que foi melhor assim.
O que parece impossível e desesperador no presente, se torna esquecimento e até insignificância no futuro.
Calma e prudência nunca é demais. Orai e vigiai, já dizia minha avó.
Faça sua parte e deixe que a vida se encarregue de traçar todo o resto.
terça-feira, 12 de maio de 2009
O problema (não) é meu
Durante toda essa nossa complicada vida, tem sempre alguém com quem a gente se dá bem. Aquela coisa de "bater o santo", sabe? Pois é. Apesar de minha pouca idade, posso contar uma dezena de pessoas que não gostam de mim. Ou que, um dia gostaram, mas por motivo de força maior deixaram de gostar.
Confesso: se eu estivesse escrevendo esse texto à uns três anos atrás, acharia que o problema estava comigo. Mas, de três anos pra cá, aprendi que nem sempre o problema é meu. Posso cometer alguns erros, mas no geral é paranóia do outro.
Sinceramente, não tenho problemas com ninguém.
Aliás, você pra mim é problema seu!
Confesso: se eu estivesse escrevendo esse texto à uns três anos atrás, acharia que o problema estava comigo. Mas, de três anos pra cá, aprendi que nem sempre o problema é meu. Posso cometer alguns erros, mas no geral é paranóia do outro.
Sinceramente, não tenho problemas com ninguém.
Aliás, você pra mim é problema seu!
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Depois do amor, a traição.
Traição é falta de amor, ou melhor, fim do amor. Isso foi o que sempre acreditei, quando se trata de uma relação amorosa. E, porque não, sexual. Mas, de uns tempo pra cá, comecei a reaver meus conceitos.
Seria talvez uma coisa de desejo, vontade de experimentar algo novo, diferente. Nada premeditado, apenas uma oportunidade que apareceu, da qual é impossível dizer não.
Mas, será mesmo que o inesperado justifica alguma coisa? "Os fins justificam os meios"? Eu não sei, pois cada caso é um caso.
Teria coragem de se aproveitar de uma situação e, logo em seguida fingir que nada aconteceu? Acredito que é preciso uma boa dose de confiança em si mesmo e muito sangue frio.
Trair não é apenas estar com outra pessoa. É trair a confiança e o respeito do próximo. É não saber resolver uma situação e se render as tentações que aparecem.
Sobre a falta de amor: pode ser que o amor não acabe, mas com certeza sempre terá aquela pontinha de remorso e a consciência com alguns pesos a mais.
Se é que ainda exista amor.
Seria talvez uma coisa de desejo, vontade de experimentar algo novo, diferente. Nada premeditado, apenas uma oportunidade que apareceu, da qual é impossível dizer não.
Mas, será mesmo que o inesperado justifica alguma coisa? "Os fins justificam os meios"? Eu não sei, pois cada caso é um caso.
Teria coragem de se aproveitar de uma situação e, logo em seguida fingir que nada aconteceu? Acredito que é preciso uma boa dose de confiança em si mesmo e muito sangue frio.
Trair não é apenas estar com outra pessoa. É trair a confiança e o respeito do próximo. É não saber resolver uma situação e se render as tentações que aparecem.
Sobre a falta de amor: pode ser que o amor não acabe, mas com certeza sempre terá aquela pontinha de remorso e a consciência com alguns pesos a mais.
Se é que ainda exista amor.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Quer amar? Pergunte-me como!
Estou vivendo uma fase muito bacana com a pessoa que escolhi passar todos os dias de minha vida. Eu o conheci a dois anos, e desde então, meus olhos voltaram a brilhar.
Tudo começou de uma forma em que não se vê mais hoje em dia. Foi tudo muito rápido e cheio de incertezas. Mas o tempo mostrou que nem mesmo a euforia dos primeiros momentos juntos seria capaz de anular o sentimento que estaria por vir.
Atualmente, fazemos planos e juras de amor eterno. Nada é em vão, pois o sentimento é recíproco.
São dois anos juntos e nenhuma tentativa de separação, seja por querer ou não.
Umas das coisas mais importantes que aprendi foi o respeito a individualidade do próximo. Claro que, algumas vezes, isso esbarra no companherismo. Mas nada que uma boa conversa não resolva.
E o mais mais mais mais importante foi que aprendi a amar. Amar mesmo, começando devagar, sem muitas expectativas. Aos poucos fomos nos conquistando e se deixando envolver pelo mais nobre dos sentimentos.
Hoje, minha alma está radiante e meu coração tranquilo.
Rew, por toda minha vida eu vou te amar.
forever
Tudo começou de uma forma em que não se vê mais hoje em dia. Foi tudo muito rápido e cheio de incertezas. Mas o tempo mostrou que nem mesmo a euforia dos primeiros momentos juntos seria capaz de anular o sentimento que estaria por vir.
Atualmente, fazemos planos e juras de amor eterno. Nada é em vão, pois o sentimento é recíproco.
São dois anos juntos e nenhuma tentativa de separação, seja por querer ou não.
Umas das coisas mais importantes que aprendi foi o respeito a individualidade do próximo. Claro que, algumas vezes, isso esbarra no companherismo. Mas nada que uma boa conversa não resolva.
E o mais mais mais mais importante foi que aprendi a amar. Amar mesmo, começando devagar, sem muitas expectativas. Aos poucos fomos nos conquistando e se deixando envolver pelo mais nobre dos sentimentos.
Hoje, minha alma está radiante e meu coração tranquilo.
Rew, por toda minha vida eu vou te amar.
forever
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Bossa Nova
Confesso: nunca fui grande fã de Bossa Nova, um estilo musical tipicamente brasileiro.
Mas me espanto com a quantidade de músicas que conheço. Quantas vezes não me pego cantando "Chega de saudade..." ou então "O barquinho vai, a tardinha cai...". Será algo inconsciente, algo que todo brasileiro tem na alma? Porque nunca parei para escutar essas músicas; a não ser que eu não me lembre.
Algumas das que sei são por causa de sessões de videokê em que ouvia minha madrasta cantar,por exemplo Wave ("Vou te contar, os olhos já não podem ver...").
Bossa Nova não é meu estilo favorito, e nesses 50 anos de seu nascimento eu só tenho ouvido agora, e ainda sim no meu trabalho.
Ás vezes chegou a ficar um pouco irritada pela calmaria do banquinho e violão.
Mas quem sabe, num futuro não muito distante, eu me pegue comprando discos de Tom Jobim, ou torcendo para quem João Gilberto resolva fazer mais apresentações ao vivo.
E uma coisa a Bossa Nova me ensinou:
"É impossível ser feliz sozinho..."
Mas me espanto com a quantidade de músicas que conheço. Quantas vezes não me pego cantando "Chega de saudade..." ou então "O barquinho vai, a tardinha cai...". Será algo inconsciente, algo que todo brasileiro tem na alma? Porque nunca parei para escutar essas músicas; a não ser que eu não me lembre.
Algumas das que sei são por causa de sessões de videokê em que ouvia minha madrasta cantar,por exemplo Wave ("Vou te contar, os olhos já não podem ver...").
Bossa Nova não é meu estilo favorito, e nesses 50 anos de seu nascimento eu só tenho ouvido agora, e ainda sim no meu trabalho.
Ás vezes chegou a ficar um pouco irritada pela calmaria do banquinho e violão.
Mas quem sabe, num futuro não muito distante, eu me pegue comprando discos de Tom Jobim, ou torcendo para quem João Gilberto resolva fazer mais apresentações ao vivo.
E uma coisa a Bossa Nova me ensinou:
"É impossível ser feliz sozinho..."
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Carnaval
E porque moramos no Brasil temos um feriado tão longo. O triste é pensar que estou desempregada e sem dinheiro, logo tanto faz ser feriado ou não. Triste também é que é carnaval. Eu definitivamente não gosto. Acho bonito ver os desfiles,mas com a tv no mudo. E ver o Gala Gay é engraçado (vai que você acha o gerente do banco ali no meio vestido de mulher, se revelando em rede nacional?). Mas é só! Todo ano é a mesma coisa. Peitos e bundas gratuitas na sua televisão. Só que fico pensando...eu nasci e moro no Brasil. Querendo ou não, isso faz parte de minha cultura. Sou obrigada a gostar? Hum, acho que não. Ou sim, sei lá. Nasci no país errado. Ou não, sei lá. Tudo bem, vai. São apenas alguns dias. Gosto do meu país. Mas...mas...Ah, já chega! Vou continuar aqui ouvindo Death Cab For Cutie...
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