quinta-feira, 10 de setembro de 2009

E o amor foi recarregado.

No meu último texto eu fiz das palavras de Habacuque Lima e Vanessa Krongold as minhas.
Sim, eu estava desacreditada e precisando de uma dose de energia para continuar acreditando no amor.
Na verdade, o amor nunca acabou (creio que nunca irá acabar). Mas, depois de 3 anos, certas coisas não são mais as mesmas.
A paciência diminui, as conversas logo se tornam discussões...e a intimidade faz com que o respeito e a educação sejam esquecidos por muitas vezes.
Confesso: quis desistir sim, porque achava que não precisava passar por tudo aquilo. Ledo engano!
Relacionamento perfeito, que me desculpem os românticos e poetas, não existe. Brigas realmente existem, e são elas que tornam tudo mais interessante.
Tem coisa melhor do que, depois de uma discussão daquelas, ouvir um "Eu te amo para sempre, seu/sua besta?" seguido de muitos beijos e carinhos?
Está certo, tem coisa melhor sim! Mas só quem já passou por isso sabe o que eu estou dizendo.
Enfim, ainda existem os gritos, palavrões e as brigas pelas coisas mais idiotas. Mas nada supera a vontade de ficarmos juntos e o desejo de construir uma vida feliz lado a lado.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Estrelas - Ludov

Eu sei, você já parou de contar as estrelas do céu
E eu não, eu não posso mais te ajudar a dizer onde estão
Seu olhar pesado me prende ao solo
E eu sei, eu não posso mais flutuar
entre estrelas do céu que você apagou

Falta um pouco de luz nos seus olhos
e me dá saudade o seu rosto brilhando ao sol
Falta um pouco de amor no seu corpo
e eu não posso te dar pois em mim faltará também

Talvez, se a gente encontrasse um lugar pra recarregar nosso amor
então, quem sabe eu pudesse enxergar vida no que nos restou
e essa estrela morta brilharia um sol
Meu bem, o pouco que eu posso te dar
É tudo o que eu já te dei e que não te bastou

Eu sei que você vê tudo o que eu faço
Eu sei que você lê tudo o que escrevo
Escrevo pra você

terça-feira, 23 de junho de 2009

Nem tudo é como queremos.

Olhar. Gostar. Encantar. Apaixonar. Amar(?).
Seria certo se essa fosse uma sequência natural em nossa vida.Mas nem sempre é assim.
Durante esse longo percurso que é viver, surgem situações desagradáveis. Mas no final da contas percebemos que foi melhor assim.
O que parece impossível e desesperador no presente, se torna esquecimento e até insignificância no futuro.
Calma e prudência nunca é demais. Orai e vigiai, já dizia minha avó.
Faça sua parte e deixe que a vida se encarregue de traçar todo o resto.

terça-feira, 12 de maio de 2009

O problema (não) é meu

Durante toda essa nossa complicada vida, tem sempre alguém com quem a gente se dá bem. Aquela coisa de "bater o santo", sabe? Pois é. Apesar de minha pouca idade, posso contar uma dezena de pessoas que não gostam de mim. Ou que, um dia gostaram, mas por motivo de força maior deixaram de gostar.
Confesso: se eu estivesse escrevendo esse texto à uns três anos atrás, acharia que o problema estava comigo. Mas, de três anos pra cá, aprendi que nem sempre o problema é meu. Posso cometer alguns erros, mas no geral é paranóia do outro.
Sinceramente, não tenho problemas com ninguém.
Aliás, você pra mim é problema seu!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Depois do amor, a traição.

Traição é falta de amor, ou melhor, fim do amor. Isso foi o que sempre acreditei, quando se trata de uma relação amorosa. E, porque não, sexual. Mas, de uns tempo pra cá, comecei a reaver meus conceitos.
Seria talvez uma coisa de desejo, vontade de experimentar algo novo, diferente. Nada premeditado, apenas uma oportunidade que apareceu, da qual é impossível dizer não.
Mas, será mesmo que o inesperado justifica alguma coisa? "Os fins justificam os meios"? Eu não sei, pois cada caso é um caso.
Teria coragem de se aproveitar de uma situação e, logo em seguida fingir que nada aconteceu? Acredito que é preciso uma boa dose de confiança em si mesmo e muito sangue frio.
Trair não é apenas estar com outra pessoa. É trair a confiança e o respeito do próximo. É não saber resolver uma situação e se render as tentações que aparecem.
Sobre a falta de amor: pode ser que o amor não acabe, mas com certeza sempre terá aquela pontinha de remorso e a consciência com alguns pesos a mais.
Se é que ainda exista amor.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Quer amar? Pergunte-me como!

Estou vivendo uma fase muito bacana com a pessoa que escolhi passar todos os dias de minha vida. Eu o conheci a dois anos, e desde então, meus olhos voltaram a brilhar.
Tudo começou de uma forma em que não se vê mais hoje em dia. Foi tudo muito rápido e cheio de incertezas. Mas o tempo mostrou que nem mesmo a euforia dos primeiros momentos juntos seria capaz de anular o sentimento que estaria por vir.
Atualmente, fazemos planos e juras de amor eterno. Nada é em vão, pois o sentimento é recíproco.
São dois anos juntos e nenhuma tentativa de separação, seja por querer ou não.
Umas das coisas mais importantes que aprendi foi o respeito a individualidade do próximo. Claro que, algumas vezes, isso esbarra no companherismo. Mas nada que uma boa conversa não resolva.
E o mais mais mais mais importante foi que aprendi a amar. Amar mesmo, começando devagar, sem muitas expectativas. Aos poucos fomos nos conquistando e se deixando envolver pelo mais nobre dos sentimentos.
Hoje, minha alma está radiante e meu coração tranquilo.
Rew, por toda minha vida eu vou te amar.
forever

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Bossa Nova

Confesso: nunca fui grande fã de Bossa Nova, um estilo musical tipicamente brasileiro.
Mas me espanto com a quantidade de músicas que conheço. Quantas vezes não me pego cantando "Chega de saudade..." ou então "O barquinho vai, a tardinha cai...". Será algo inconsciente, algo que todo brasileiro tem na alma? Porque nunca parei para escutar essas músicas; a não ser que eu não me lembre.
Algumas das que sei são por causa de sessões de videokê em que ouvia minha madrasta cantar,por exemplo Wave ("Vou te contar, os olhos já não podem ver...").
Bossa Nova não é meu estilo favorito, e nesses 50 anos de seu nascimento eu só tenho ouvido agora, e ainda sim no meu trabalho.
Ás vezes chegou a ficar um pouco irritada pela calmaria do banquinho e violão.
Mas quem sabe, num futuro não muito distante, eu me pegue comprando discos de Tom Jobim, ou torcendo para quem João Gilberto resolva fazer mais apresentações ao vivo.
E uma coisa a Bossa Nova me ensinou:
"É impossível ser feliz sozinho..."